Em 1975, uma aposta curiosa foi feita na URSS entre cientistas do Instituto de Ciências de Controle e o enxadrista escocês David Levy. Os cientistas prometeram criar um programa de finais de xadrez capaz de competir com um grande mestre humano. O prêmio era 12 garrafas de uísque escocês. Com recursos computacionais extremamente limitados, os pesquisadores conseguiram criar uma IA de xadrez que derrotou o campeão soviético.
Fonte da imagem: smartengines.ru
O dia 27 de dezembro marca o 50º aniversário da data em que a IA, pela primeira vez na história, foi além da simples cópia da lógica humana e foi capaz de propor sua própria solução não trivial para um problema de xadrez, demonstrando um nível fundamentalmente novo de “pensamento”. O desenvolvimento foi liderado por Vladimir Lvovich Arlazarov, atualmente Doutor em Ciências da Engenharia, Membro Correspondente da Academia Russa de Ciências e Diretor de Ciência da Smart Engine.
O programa dos cientistas foi desafiado pelo Grande Mestre Soviético Yuri Averbakh, uma autoridade reconhecida em teoria de finais e autor da série de livros “Finais de Xadrez”. Averbakh representou o enxadrista escocês David Levy. Esperava-se que o programa vencesse várias partidas contra o programa em uma série de partidas curtas, jogadas a partir de diferentes posições iniciais, enquanto que o programa deveria vencer com confiança nos finais de “torre e peão contra torre”, que lhe eram favoráveis.
Testemunhas oculares afirmam que, em partidas que duraram horas, o programa não apenas ocasionalmente venceu um humano, mas, em diversas posições, “desmentiu noções estabelecidas de jogo óbvio, tornando-se o primeiro exemplo de inteligência artificial desenvolvendo seu próprio método bem fundamentado para resolver um problema intelectual”.
Um ano antes desses eventos, o primeiro Campeonato Mundial de Xadrez para Computadores foi realizado em Estocolmo. O vencedor foi o computador soviético “Kaissa”, também desenvolvido por Arlazarov.
“A partida com Yuri Averbakh foi muito mais importante para nós do que vencer o Campeonato Mundial de Xadrez para Computadores”, disse Arlazarov. “Essa foi a primeira vez que uma máquina não apenas imitou.”Seu criador, porém, fez algo fundamentalmente melhor. Descobriu-se que até mesmo os especialistas mais habilidosos em finais de xadrez podiam cometer erros em certas posições, enquanto o programa invariavelmente encontrava a solução correta. De uma perspectiva científica, essa experiência demonstrou em que tipo de inteligência artificial se pode confiar para resolver problemas críticos.”
“Hoje, Vladimir Lvovich lidera o departamento de pesquisa da Smart Engines, onde sua equipe resolve problemas de visão computacional e reconhecimento de documentos, baseando-se na metodologia da escola científica soviética — a capacidade de alcançar avanços fundamentais não aumentando os recursos computacionais, mas usando algoritmos eficazes”, informou a assessoria de imprensa da empresa.
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