O retorno de Barret Zoph, CTO do Thinking Machines Lab, à OpenAI, anunciado na semana passada, foi uma surpresa mesmo em meio à atual onda de mudanças de pessoal comum na indústria de IA. Segundo alguns relatos, seu conflito com Mira Murati teve origem em um relacionamento pessoal com outro funcionário, e não em divergências profissionais.

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Pelo menos, essa é a versão dos fatos defendida pela Wired, que se recusa a nomear o novo protagonista dessa história. Sabe-se que surgiram tensões entre a CEO da startup, Mira Murati, e seu CTO, Barrett Zoph, no verão passado, com Murati acusando-o de graves violações da ética corporativa. O funcionário da Thinking Machines Lab que interagiu com Zoph em nível pessoal ocupava um cargo de gestão em outro departamento da startup e, desde então, deixou a empresa.
Após confrontar Zoph sobre esse relacionamento, Murati enfrentou um confronto que se intensificou ao longo de vários meses, enquanto o próprio Zoph começou a negociar com concorrentes para encontrar outra posição. Vale ressaltar que, antes de retornar à OpenAI, ele estava em negociações com a Meta✴Platforms, uma divisão da empresa conhecida por recrutar talentos qualificados em IA de outras empresas. De qualquer forma, a oferta da OpenAI se mostrou mais atraente para Zoph, principalmente porque ele já havia trabalhado lá antes de se juntar a Mira Murati para fundar a startup Thinking Machines Lab.
Fidji Simo, CEO de Aplicações da OpenAI, afirmou que as negociações com Zof estavam em andamento há várias semanas e que seu atual empregador não compartilhava das preocupações sobre seu possível comportamento antiético em seu emprego anterior. No entanto, a história de Zof não explica por que outro fundador, Luke Metz, e pelo menos três especialistas em pesquisa deixaram a startup de Murati. Até então, acreditava-se que havia conflitos internos na empresa relacionados a isso.seguir um caminho de desenvolvimento estratégico.