Fonte da imagem: Copiloto
O anúncio gerou polêmica, pois os críticos levantaram preocupações sobre as implicações éticas do uso de redes neurais na arte. As obras incluirão trabalhos de artistas como Mat Dryhurst, fundador da startup de inteligência artificial (IA) Spawning AI. Mas a peça central da exposição será um robô que desenha em tempo real, relata o TechCrunch.
Embora os organizadores enfatizem que o leilão “visa demonstrar como a IA pode capacitar artistas e abrir novos horizontes na criatividade”, a reação dos usuários foi imediata e nada positiva. Nas redes sociais, muitos apontaram que modelos de IA generativos como DALL-E, Midjourney e Stable Diffusion foram treinados em obras de artistas sem seu consentimento, e que a Christie’s, ao cultivar essas obras, está ignorando os direitos e interesses dos artistas.
Em resposta às críticas, um porta-voz da casa de leilões disse: “As pinturas incluídas nesta venda representam práticas artísticas fortes e estabelecidas em uma variedade de gêneros, algumas das quais estão representadas em importantes coleções de museus”. Ele também acrescentou que as obras neste leilão usam inteligência artificial para expandir o arsenal artístico e, na maioria dos casos, os modelos de IA foram treinados em seus próprios materiais.
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