Ao longo de várias décadas, a China conseguiu se tornar o maior fornecedor mundial de baterias de íons de lítio, além de controlar a base de recursos muito além das fronteiras do país. As autoridades chinesas pretendem reforçar os controles sobre a exportação de tecnologias utilizadas no processamento de minerais de terras raras e na produção de baterias, pois consideram esse know-how estrategicamente importante para a economia nacional.
O período de audiência pública para as novas restrições terminou em fevereiro e elas devem entrar em vigor na China em breve, de acordo com o Nikkei Asian Review. As empresas que desejam transferir a produção para fora do país ou licenciar tecnologia para clientes estrangeiros terão que obter permissão especial do Ministério do Comércio da China.
A China é responsável por aproximadamente 90% da participação no mercado global na produção de materiais de cátodo de bateria de íons de lítio e gálio. Além disso, tecnologias avançadas para processamento de matérias-primas e produção de baterias são usadas no país, então as autoridades locais estão prontas para protegê-las de vazamentos para países hostis.
O gálio é um subproduto do processamento de alumínio, portanto, as tecnologias relevantes na China são tratadas por representantes da indústria de metalurgia não ferrosa. Suas atividades no exterior agora estarão sujeitas a maior atenção das autoridades do país. Há muitos países ocidentais que querem adquirir instalações de produção de baterias de tração em seu território, e a importação de tecnologia da China também está implícita. Ao mesmo tempo, as autoridades de cada país estão exigindo que os fabricantes chineses compartilhem tecnologias para fornecê-las aos concorrentes locais. Até agora, as restrições à exportação na China diziam respeito às matérias-primas em si, mas agora há uma conscientização da necessidade de proteger o know-how.
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