Mais de um ano se passou desde que o rover Perseverance da Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço dos EUA (NASA) pousou na superfície de Marte. Durante esse tempo, ele transmitiu à Terra muitos dados e imagens, além de coletar várias amostras de solo. Agora ficou conhecido que o rover ajudou os cientistas no estudo do processo de propagação do som no Planeta Vermelho. Os resultados deste trabalho foram publicados esta semana na revista Nature.
Fonte da imagem: NASA / JPL-Caltech
O design do Perseverance inclui vários microfones que foram usados para capturar vários sons, incluindo o barulho de ventos fortes e o zumbido do helicóptero em miniatura Ingenuity que chegou a Marte com o rover. A análise dessas gravações permitiu que os cientistas entendessem que o som viaja de maneira diferente em Marte e na Terra.
Segundo os cientistas, a atmosfera rarefeita de Marte, composta por dióxido de carbono, contribui para a propagação mais lenta do som. Nota-se que a velocidade de propagação do som é afetada pela sua altura. Na Terra, a velocidade do som é de cerca de 1234 km/h, enquanto em Marte, os sons baixos viajam a cerca de 864 km/h e os sons altos a cerca de 900 km/h. Note-se também que, devido à atmosfera rarefeita, os sons em Marte são transportados por distâncias mais curtas. Se na Terra o som perde força a uma distância de cerca de 65 metros, em Marte isso acontece já após 4 metros.
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