O rover Curiosity da NASA, que explora a superfície do Planeta Vermelho desde 2012, tropeçou em um objeto incomum. Algumas das fotografias recentes do rover, que transmite imagens da Cratera Gale para a Terra há quase uma década, chamaram a atenção do escritor Paul Scott Anderson. Ele notou um objeto incomum neles, que ele se apressou em compartilhar com os usuários do Twitter.
Fonte da imagem: NASA
«Olhe para esta rocha magnífica que o rover Curiosity encontrou ontem em Marte”, acrescentou Anderson às imagens publicadas.
Seu post foi o início de uma discussão animada, durante a qual os usuários ofereceram diferentes opções para a origem de uma pedra tão incomum. Como a água líquida era abundante em Marte nos tempos antigos, pode-se supor que as linhas suaves da pedra foram dadas pelo líquido bilhões de anos atrás. Também é curioso que a NASA publique imagens de Marte em domínio público, mas Anderson disse que recebeu um aviso para impedir ações ilegais de uma empresa que afirma possuir um token NFT confirmando o direito de possuir uma imagem de uma pedra incomum.
Fonte da imagem: Nasa / Twitter / @PaulHammond51
Os cientistas que estão explorando Marte chegaram à conclusão de que bilhões de anos atrás, lagos de crateras eram comuns no Planeta Vermelho. Quando a água na cratera se tornou excessiva, transbordou a borda, resultando em inundações em grande escala que cortaram os canais do rio. Hoje, na superfície seca de Marte, ainda é possível ver traços distintos de rios antigos. Pode muito bem acontecer que a pedra encontrada pelo rover tenha sido polida por uma dessas correntes há bilhões de anos.
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