Há algumas horas, o megafoguete Starship da SpaceX completou seu 10º voo de teste, encerrando uma série de falhas de lançamento neste ano. O foguete atingiu quase todos os principais objetivos da missão, desde o lançamento de simuladores de carga útil em órbita até o pouso no outro lado do mundo.
Fonte da imagem: SpaceX
O veículo de lançamento reutilizável da SpaceX, composto pelo propulsor Super Heavy e pela nave espacial Starship, com mais de 120 metros de altura, decolou às 19h30, horário local, do dia 26 de agosto (2h30, horário de Moscou, do dia 27 de agosto). O lançamento ocorreu dois dias depois do planejado: a primeira vez devido a um mau funcionamento do equipamento de solo e a segunda devido a condições climáticas inadequadas.
A subida pareceu ocorrer conforme o planejado, exceto pelo desligamento prematuro de um dos 33 motores Raptor do propulsor Super Heavy. A Starship entrou em sua trajetória suborbital planejada após um disparo de rotina de seus seis motores Raptor. A Starship então lançou oito simuladores de satélites Starlink em larga escala no espaço, uma inovação para a empresa.
Cerca de 37 minutos após a decolagem, um dos seis motores Raptor foi acionado por alguns segundos, algo que só havia sido testado em um voo anterior da Starship. Foi mais um passo importante nos testes da nave.
A Starship sobreviveu à reentrada, apesar de sofrer danos na popa e em um dos flaps. Esses danos não impediram a nave de entrar na zona de amerrissagem pretendida no Oceano Índico e fazer um pouso suave com os motores dentro dos limites de uma boia de câmera. Em seguida, como era de se esperar, capotou e explodiu.
O 10º voo de teste — o quarto em 2025 — ocorre após três falhas anteriores, com a Starship se desintegrando logo após o lançamento ou já no espaço. Acredita-se que a empresa tenha identificado as causas de quase todas as falhas e feito alterações no projeto da nave. Esperava-se que o CEO da SpaceX, Elon Musk, anunciasse novas especificações para a Starship antes do 10º lançamento, mas isso não aconteceu.
Os testes bem-sucedidos da Starship devem garantir a realização de metas ambiciosas: o retorno de humanos à Lua e o envio de uma tripulação a Marte. No entanto, a empresa ainda não realizou um dos testes mais importantes: o reabastecimento da nave no espaço. Sem essa operação, as missões Artemis da NASA podem ser interrompidas, embora a direção da SpaceX garanta que, se os americanos não pousarem na Lua em meados de 2027, a culpa não será da empresa.
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