A Agência Espacial Europeia (ESA) testará a possibilidade de produzir alimentos saborosos e familiares para os astronautas diretamente em órbita. A longo prazo, essa tecnologia pode ser útil em missões de exploração da Lua, Marte e outros objetos espaciais.
Fonte da imagem: German Rivera De La Torre / Unsplash
O projeto está sendo implementado pela empresa britânica Frontier Space em colaboração com o Imperial College London. Propõe-se cultivar os principais componentes dos alimentos – proteínas, gorduras, carboidratos e outras substâncias – em condições de laboratório. Uma vez obtidos esses ingredientes, a comida será preparada a partir deles. Se bem-sucedido, o experimento poderá reduzir significativamente o custo de alimentação dos astronautas, que atualmente custa cerca de US$ 26.000 por pessoa por dia.
O primeiro estágio está planejado para usar o veículo de lançamento Falcon 9 da SpaceX para lançar um satélite em órbita com um biorreator contendo células de levedura geneticamente modificadas. Depois que a espaçonave retornar à Terra, os cientistas estudarão a condição da levedura. Espera-se que isso possibilite a criação de um biorreator capaz de cultivar componentes alimentares essenciais no espaço. O dispositivo será lançado em órbita no ano que vem.
Cientistas acreditam que será possível preparar uma variedade de pratos a partir de componentes cultivados em um biorreator usando um dispositivo semelhante a uma impressora 3D. Especialistas do Imperial College já estão trabalhando no desenvolvimento de receitas. Entre os pratos experimentais estão almôndegas com molho, que um dos astronautas britânicos já testou.
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