Um grupo de cientistas da Universidade de Shandong realizou um estudo da anomalia geológica da maior, mais profunda e mais antiga cratera da Lua – a Bacia do Pólo Sul-Aitken. Esta cratera é a maior conhecida e está localizada ao sul do outro lado do satélite da Terra. A agência de notícias TASS escreve sobre o estudo, citando a mídia chinesa.
Fonte da imagem: pixabay.com/rkarkowski
De acordo com os dados disponíveis, os cientistas chineses determinaram que o manto no fundo da cratera contém uma quantidade anormalmente grande de plagioclásios, minerais isomórficos formadores de rocha que geralmente podem ser encontrados na camada superficial – a crosta lunar. Supõe-se que após a formação da cratera nesta área, possa ocorrer uma colisão da Lua com algum tipo de corpo cósmico.
Especialistas chineses chegaram a essa conclusão depois de analisar os dados recebidos da estação Chang’e-4 lançada no espaço sideral em dezembro de 2018. Ele funcionou por 44 dias lunares (cada dia dura aproximadamente 14,5 dias terrestres) e está atualmente no modo de suspensão. Isso se deve ao início de outro período de escuridão do dia, que também dura cerca de duas semanas.
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