Apesar da oposição da SpaceX, a Comissão Federal de Comunicações (FCC) dos EUA concedeu à AST SpaceMobile uma licença experimental para testar o satélite FM1, projetado para fornecer comunicações móveis a partir do espaço. Ele pesa quase 6 toneladas e seu conjunto de antenas em fase de quase 199 metros quadrados permite que ele opere como uma torre de celular completa no espaço.
Fonte da imagem: AST SpaceMobile
O satélite deve melhorar a qualidade da comunicação para usuários em áreas sem cobertura de celular. Os parceiros da AST SpaceMobile no projeto são as grandes operadoras americanas AT&T e Verizon. No entanto, a empresa enfrenta crescente concorrência da SpaceX, que também está desenvolvendo tecnologia de comunicação via satélite para dispositivos móveis sob a marca Starlink e planeja lançar o serviço pela T-Mobile já em 23 de julho de 2025, segundo a PCMag.
Anteriormente, a SpaceX criticou repetidamente os planos da AST SpaceMobile, apontando deficiências nos documentos, especialmente em termos de garantia da segurança em órbita. Assim, no final de junho, a empresa de Elon Musk declarou que os cálculos da AST para evitar a formação de detritos espaciais não atendem aos requisitos do regulador e “podem ameaçar a sustentabilidade das operações no espaço próximo à Terra”. A AST considerou essas alegações infundadas e insinuou comportamento anticompetitivo por parte da SpaceX, que está se preparando para lançar um serviço Starlink semelhante para smartphones em parceria com a T-Mobile. E, embora o regulador tenha reconhecido a presença de erros no pedido da AST, apenas exigiu que fossem corrigidos, sem reverter sua decisão de aprovar o projeto.
O objetivo imediato da AST é lançar um serviço beta para conectar usuários à internet no início do próximo ano. Isso requer o lançamento de pelo menos 45 a 60 satélites de segunda geração em órbita — atualmente, há apenas cinco BlueBirds de primeira geração no espaço. Também é necessária a aprovação adicional da FCC para o uso comercial dos satélites para comunicações móveis, visto que a licença experimental emitida não permite operações comerciais com a nave.
Curiosamente, o novo chefe da FCC, Brendan Carr, em um movimento para expandir e dominar os serviços de satélite de próxima geração, já demonstrou apoio ao projeto visitando a sede da AST no Texas. A empresa usará foguetes da SpaceX e da Blue Origin, de Jeff Bezos, para lançar os satélites. O lançamento do FM1 será realizado com a participação da Agência Espacial Nacional da Índia.
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