O número de satélites de telecomunicações Starlink da SpaceX que saíram de órbita e se desintegraram na atmosfera diminuiu significativamente nos últimos meses. Entre junho e novembro, a empresa retirou 218 satélites de órbita, em comparação com os 472 destruídos nos seis meses anteriores.
Fonte da imagem: SpaceX
Essas informações constam no último relatório semestral da SpaceX para a Comissão Federal de Comunicações (FCC) dos EUA e indicam que a empresa desativou um grande número de satélites antigos nos últimos meses. Um satélite Starlink normalmente tem uma vida útil de cinco anos, após os quais ele sai de órbita, entra na atmosfera terrestre e se desintegra na atmosfera. Em alguns casos, os satélites são destruídos prematuramente se forem detectados defeitos ou mau funcionamento durante a operação.
No entanto, a constelação Starlink tornou-se tão grande (compreende mais de 10.000 satélites) que, há cerca de um ano, o número de satélites da SpaceX que se desintegraram na atmosfera aumentou drasticamente. Segundo uma fonte, a empresa estava saindo de órbita de 4 a 5 satélites por dia durante esse período. Posteriormente, a SpaceX relatou a destruição de 472 satélites entre dezembro de 2024 e maio de 2025.
Os dados do novo relatório da empresa indicam que o número de satélites de telecomunicações que saíram de órbita diminuiu significativamente nos meses subsequentes. Dos 218 satélites destruídos entre junho e novembro, 167 pertenciam à primeira geração da constelação Starlink e foram utilizados para o atendimento inicial aos clientes há mais de cinco anos.
Embora a SpaceX pareça ter concluído o descomissionamento em massa dos satélites mais antigos, a taxa de reentrada dos satélites Starlink permanece alta em comparação, por exemplo, com a meta de 2023. Segundo a fonte, a SpaceX lançou um total de 10.801 satélites Starlink e já desativou 1.391, ou aproximadamente 13% do total da constelação. Atualmente, existem 9.399 satélites Starlink.Os satélites continuam operando e o número de satélites desorbitados pode aumentar drasticamente no futuro.
Essa questão gerou preocupações sobre o potencial impacto negativo da SpaceX no meio ambiente, já que a queima de satélites na atmosfera pode emitir gases nocivos à camada de ozônio da Terra. Isso pode abrir caminho para a discussão sobre se os órgãos reguladores devem submeter as constelações de satélites a avaliações ambientais. Em um de seus relatórios à FCC (Comissão Federal de Comunicações dos EUA), a SpaceX afirmou que a operação e a desorbitação de satélites “não têm um impacto significativo no meio ambiente nos Estados Unidos”. A empresa também observou que a probabilidade de satélites mais novos não se queimarem completamente na atmosfera, causando danos às pessoas na Terra, é “menor que 1 em 100 milhões”.
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