Após o endurecimento das sanções pelos EUA e a proibição do fornecimento do acelerador de IA H20 para a China, a Nvidia se viu em uma situação difícil e foi forçada a reconsiderar sua estratégia de trabalho com o importante mercado chinês para evitar violar as restrições de exportação. A empresa está em negociações com Alibaba, ByteDance e Tencent para fornecer chips personalizados.
Fonte da imagem: Mariia Shalabaieva/Unsplash
O CEO da empresa, Jensen Huang, informou pessoalmente os parceiros sobre os novos desenvolvimentos durante uma visita a Pequim em meados de abril, informou a Reuters. A viagem ocorreu logo após os EUA restringirem as exportações para a China de chips H20 (uma versão especializada do H100) para tarefas de inteligência artificial.
Segundo a própria Nvidia, novas restrições à exportação podem privar a empresa de US$ 5,5 bilhões em receita e, para minimizar as perdas, estão sendo desenvolvidos chips que atenderiam formalmente aos requisitos americanos, mas ao mesmo tempo manteriam alto desempenho. Paralelamente, está em andamento o trabalho em uma versão “chinesa” do mais recente processador Blackwell.
O mercado chinês continua sendo extremamente importante para a Nvidia, então a empresa está buscando qualquer maneira de manter sua presença lá. Anteriormente, a empresa lançou versões “reduzidas” de chips para essa região, mas as novas sanções exigem soluções técnicas mais complexas, que é o que os engenheiros estão trabalhando atualmente. As primeiras amostras de aceleradores de IA deverão ser entregues aos clientes chineses em junho, com a versão chinesa do Blackwell chegando um pouco depois.
Representantes da Nvidia se recusaram a comentar essa informação. ByteDance, Alibaba e Tencent, bem como o Departamento de Comércio dos EUA, não responderam aos pedidos de comentários da Reuters.
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