A Autoridade de Concorrência e Mercados do Reino Unido (CMA) aprovou um acordo de investimento de US$ 13 bilhões entre a Microsoft e a OpenAI, encerrando um período de 14 meses de incerteza em torno da revisão antitruste. Conforme relata a Bloomberg, a agência concluiu que o acordo não se enquadra nas regras de fusões e aquisições e, portanto, não requer uma investigação aprofundada.
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Durante a auditoria, o regulador analisou se as parcerias fortalecem o controle de uma empresa sobre outra. No entanto, após sua investigação, a CMA declarou que “embora a Microsoft tenha ganhado influência significativa sobre a OpenAI já em 2019, não houve mudança no controle”. Enquanto isso, nos EUA, a Comissão Federal de Comércio já havia expressado preocupação de que a parceria com a OpenAI pudesse fortalecer o domínio da Microsoft no campo da inteligência artificial (IA). A investigação da FTC ainda não foi concluída.
De acordo com vários especialistas, o acordo com a OpenAI deu à Microsoft uma vantagem competitiva sobre outras gigantes da tecnologia, permitindo-lhe integrar desenvolvimentos de IA em muitos dos principais produtos da empresa. Nesse contexto, em 2023, a Microsoft e a Apple abriram mão de seus assentos no conselho de administração da OpenAI, respondendo à crescente pressão dos reguladores.
Vale dizer que a verificação demorou bastante. O diretor executivo de fusões da CMA, Joel Bamford, reconheceu que a investigação demorou muito, mas disse que a complexidade da parceria e as constantes mudanças em sua estrutura contribuíram para isso.
A revisão do acordo Microsoft-OpenAI foi parte de um esforço global das autoridades antitruste para evitar concentração excessiva de poder no campo da IA. No entanto, a OpenAI acredita que está focada no desenvolvimento de IA segura e útil, enquanto a Microsoft enfatizou que a parceria, pelo contrário, promove a competição no mercado. O regulador também aprovou anteriormente a colaboração do Google com o desenvolvedor de IA Anthropic.
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