A OpenAI, empresa americana criadora do ChatGPT, ainda é formalmente considerada uma startup, razão pela qual sua estrutura de financiamento opaca e a falta de transparência na prestação de contas aos investidores são frequentemente desculpadas. Esta semana, a diretora financeira Sarah Friar anunciou que a implementação prática da IA começará ainda este ano, além de destacar as conquistas da OpenAI.
Fonte da imagem: OpenAI
Enquanto a startup contava com 200 MW de capacidade computacional em 2023 e dependia de um único fornecedor (Microsoft), agora ela pode oferecer aproximadamente 1,9 GW de capacidade computacional, acessível por meio da colaboração com diversos parceiros. Em comparação, a OpenAI possuía 0,6 GW de capacidade computacional em 2024. Segundo Friar, o setor nunca viu taxas de crescimento tão expressivas, e se a OpenAI tivesse tido acesso a mais capacidade computacional durante esse período, isso teria levado a uma maior adoção da IA pelos clientes e a uma monetização mais rápida desses serviços.
Em 2023, a receita anual ajustada da OpenAI não ultrapassou US$ 2 bilhões, mas em 2024, cresceu para US$ 6 bilhões e encerrou o ano passado ultrapassando a marca de US$ 20 bilhões. De acordo com um representante da startup, este ano a empresa fará todo o possível para garantir que 2026 se torne um ano de aplicação prática da IA. A prioridade da OpenAI é reduzir a lacuna entre o potencial da IA e o uso prático dessas tecnologias no dia a dia de pessoas comuns, empresas e países inteiros. “As oportunidades são vastas e já estão disponíveis, especialmente nas áreas da saúde, ciência e no setor corporativo, onde o aumento da inteligência se traduz diretamente em melhores resultados”, afirmou a diretora financeira da OpenAI.
O desenvolvimento da IA facilitará o surgimento de novos modelos de negócios, como afirma Sarah Friar. Esses modelos surgirão à medida que a IA for implementada em pesquisas científicas, descoberta de medicamentos, sistemas de energia e modelagem de processos financeiros. “A monetização deve ser…””Um complemento natural à experiência do usuário. Se não agregar valor, nada funcionará”, explicou um porta-voz da startup.
Ontem, a Axios, citando Chris Lehane, chefe de políticas da OpenAI, noticiou que o primeiro dispositivo de hardware da startup chegará ao mercado no segundo semestre deste ano. Sarah Friar, por sua vez, indicou que a OpenAI concentrará seus esforços de desenvolvimento de software, em um futuro próximo, na criação de agentes e ferramentas de automação de processos de negócios que permitam operação contínua, levem em consideração o contexto anterior e executem ações em uma ampla gama de ferramentas. Ela não esconde o fato de que a OpenAI se esforça para não manter ativos fixos em seu próprio balanço patrimonial, mas sim acessar recursos por meio de parceiros, mantendo flexibilidade não apenas na seleção dos parceiros, mas também na configuração do hardware do data center.
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