Antes da última rodada de negociações comerciais entre EUA e China, agendada para 14 a 17 de setembro na Espanha, o Ministério do Comércio da China anunciou duas investigações, segundo a Reuters. A primeira diz respeito à possível discriminação contra empresas chinesas nas políticas comerciais dos EUA relacionadas a semicondutores, enquanto a segunda investiga o dumping nas importações de certos tipos de chips analógicos americanos usados em aparelhos auditivos, roteadores Wi-Fi e sensores de temperatura.
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A declaração do ministério observou que os Estados Unidos impuseram uma série de restrições à China no setor de semicondutores nos últimos anos, mas a parte chinesa acredita que essas restrições são de natureza protecionista e visam conter o desenvolvimento das indústrias chinesas de alta tecnologia, como a produção de chips de computação avançados e inteligência artificial.
As negociações em Madri darão continuidade ao diálogo iniciado este ano e se concentrarão em questões relacionadas a tarifas, controles de exportação e segurança nacional. Em particular, as partes discutirão a situação em torno do serviço de vídeos TikTok, da ByteDance, que corre o risco de ser banido nos Estados Unidos a menos que seja transferido para empresas americanas. O presidente Donald Trump estendeu o prazo para a venda dos ativos americanos do TikTok até 17 de setembro, mas as autoridades chinesas insistem que atribuem grande importância à privacidade e à segurança de dados e “nunca exigiram e não exigirão que empresas ou indivíduos coletem ou forneçam dados localizados no exterior para o governo chinês, em violação às leis locais”.
A “lista negra” americana de empresas de tecnologia chinesas também será discutida. Na semana passada, os EUA adicionaram 32 entidades à lista, 23 das quais sediadas na China, incluindo duas empresas chinesas acusadas de sonegar sanções e comprar equipamentos de fabricação de chips dos EUA para a SMIC, principal fabricante de chips da China. “A China apela aos EUA para que corrijam imediatamente suas ações equivocadas e parem de pressionar injustificadamente os chineses.”“empresas”, enfatizou o departamento chinês, acrescentando que se tal política continuar, o país tomará as medidas necessárias para proteger seus interesses.
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