Fonte da imagem: Dominik Vanyi/unsplash.com
Para resolver este problema, a Austrália trouxe a Organização de Pesquisa Científica e Industrial da Commonwealth (CSIRO).
No início dos anos 90, o gálio era produzido na Austrália, mas por falta de demanda a produção foi interrompida. Porém, 30 anos depois, o mercado mudou e agora existe uma grande demanda no mundo por microcircuitos para a produção dos quais são utilizados elementos de terras raras.
Existem atualmente cinco refinarias de alumina operando no país; outra suspendeu as operações no início deste ano. A Austrália é o terceiro maior exportador mundial de zinco, o que reflete os grandes volumes de resíduos gerados na sua produção e dá ao país a oportunidade de investir em tecnologias que lhe permitirão extrair deles metais de terras raras. Espera-se que o desenvolvimento desta área aumente a rentabilidade da indústria mineira australiana, além de fornecer aos Estados Unidos e aos seus aliados uma alternativa ao fornecimento de metais de terras raras da China.
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