Recentemente, a montadora alemã Volkswagen anunciou metas mais agressivas para a transição de veículos leves para tração elétrica do que o planejado originalmente. Até 2030, a empresa planeja aumentar a participação de veículos elétricos para 70% na gama de produtos europeus e, globalmente, crescerá para 50%. Os especialistas acreditam que, para isso, a Volkswagen terá de aumentar significativamente o volume de compras de baterias de tração.
Fonte da imagem: Reuters
Agora, o gigante automotivo europeu coopera com quase todos os principais fabricantes de baterias de tração: LG Energy Solution (LG Chem), Samsung SDI, SK Innovation e CATL. Apenas a Panasonic fica para trás, que tem joint ventures com a Tesla e a Toyota Motor. Em 2025, conforme observado pela Reuters, a Volkswagen só precisará comprar baterias com capacidade total de mais de 150 GWh por ano para saturar o mercado europeu, e a mesma quantidade será necessária para saturar o mercado asiático, onde a China permanecerá o principal consumidor.
Nesse sentido, para atender à demanda por veículos elétricos nos volumes declarados da Volkswagen, até o final da década, poderão ser necessárias baterias com capacidade agregada de pelo menos 300 GWh por ano. Os especialistas da Bernstein calcularam que a empresa precisará de 420 GWh de baterias de tração para produzir 7 milhões de veículos elétricos por ano. Para atingir este nível de produção, a Volkswagen terá de investir pelo menos 20 bilhões de euros anuais. É muito provável que haja uma escassez de células de bateria nessa taxa de crescimento, e as montadoras que já estão fechando contratos e parcerias de longo prazo estarão em uma posição vencedora.
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