Toyota: estamos desacelerando com EVs para dar liberdade de escolha aos clientes

A empresa japonesa Toyota Motor destacou-se nas “origens do gênero” dos carros híbridos, mas como alternativa aos motores de combustão interna, promove há muito tempo as células de combustível de hidrogênio, pelo que ficou para trás de seus concorrentes no ritmo de transição para a “tração elétrica pura”. A administração da corporação continua acreditando que os consumidores devem ter uma escolha, e os veículos elétricos a bateria em muitas regiões do mundo são simplesmente difíceis de operar.

Fonte da imagem: Toyota Motor

No mês passado, a empresa começou a alugar seu primeiro carro elétrico global, o Toyota bZ4X, para o mercado doméstico, lembra a Reuters, e até agora as motorizações híbridas são muito mais populares no Japão. Antes do final da década, a Toyota pretende gastar US$ 60 bilhões em eletrificação, cerca de metade desse valor será destinado ao desenvolvimento de novos veículos elétricos, US$ 13,5 bilhões serão alocados apenas para baterias. Os veículos elétricos serão expandidos para 15 modelos até 2025. Ao mesmo tempo, a direção da Toyota não deixa de repetir que agora o carro elétrico em muitos casos é o segundo veículo da família, e não o único.

O CTO da Toyota Motor, Masahiko Maeda, enfatizou na reunião anual de acionistas da corporação que alcançar a neutralidade de carbono é o objetivo final da Toyota, mas os consumidores devem ter uma escolha no tipo de trem de força usado nos veículos, segundo a Reuters. A montadora não deve restringir artificialmente essa escolha, acredita um porta-voz da empresa. Segundo ele, os híbridos estão em demanda nas regiões onde a infraestrutura não está pronta para uma rápida transição para veículos elétricos a bateria. Carros com motor de combustão interna podem ser convertidos em combustíveis sustentáveis, segundo o diretor técnico da empresa, e o hidrogênio é um deles.

A Toyota demonstrou anteriormente um protótipo de carro de corrida Yaris, equipado com um motor experimental baseado em um motor de combustão interna, que consome combustível de hidrogênio em vez de gasolina. Em seguida, foi relatado que a transição para esse combustível não apenas resolve o problema da migração da frota para tipos de transportadores de energia ecologicamente corretos, mas também permite apoiar o mercado de trabalho, pois dezenas de milhares de pessoas estão envolvidas na produção de combustão interna motores. A propósito, em 2030, a Toyota espera vender não mais que 3,5 milhões de veículos elétricos por ano – isso é cerca de um terço do número de carros de todos os tipos que estão sendo vendidos atualmente.

Em uma reunião de acionistas, o CEO Akio Toyoda, neto do fundador da Toyota Motor, anunciou que a busca por um sucessor havia começado. Agora o chefe da corporação tem 66 anos, mas quando ele estará pronto para dar lugar ao novo CEO, não está especificado. Segundo Toyoda, ele gostaria de entregar as rédeas a uma pessoa que entende bem a filosofia da empresa. Representantes da gigante automobilística também disseram esperar que a escassez de componentes semicondutores continue, embora reconheçam que a situação está melhorando.

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