Motores elétricos para veículos elétricos são uma perda para a Nidec, mas até 2024 tudo mudará para melhor

O CEO da Nidec do Japão, Shigenobu Nagamori, reconheceu que a produção de motores elétricos E-Axle para veículos elétricos continua a ser acompanhada por perdas operacionais. Isso se deve à abertura de novas instalações de produção, ao investimento em desenvolvimento e à complexidade da tarefa – criar um motor elétrico altamente confiável, simples e barato para carros elétricos. Tudo vai mudar com o início da produção em massa de motores de segunda geração, que começaram a aparecer recentemente.

Fonte da imagem: Nidec

No final de setembro, a Nidec iniciou a produção da segunda geração de motores elétricos E-Axle. O dispositivo é visivelmente mais barato do que os motores de primeira geração que a empresa começou a produzir em 2019. Para esclarecer, o conceito E-Axle envolve a produção de um “produto semi-acabado” na forma de uma estrutura empacotada, incluindo motor, transmissão e inversor. Se a empresa conseguir criar uma solução avançada e razoavelmente barata nessa área, estaremos aguardando veículos elétricos acessíveis e de qualidade bastante alta.

O CEO da Nidec espera que a produção de motores E-Axle da próxima geração comece a gerar receita operacional até o final do ano fiscal de 2023 (março de 2024). No entanto, para um negócio de sucesso na área de produção de motores elétricos para veículos elétricos, a empresa ainda precisa investir pelo menos 1 trilhão de ienes até 2030 (mais de US$ 7 bilhões).

Atualmente, os motores EV da Nidec estão predominantemente localizados na China, onde há uma forte demanda por motores EV. Ao mesmo tempo, a empresa planejava há pouco tempo aumentar o número de fábricas para sete. A Nidec está planejando uma oitava fábrica para o mercado de veículos elétricos dos EUA, que será implantada no México. Para tarefas de design, a empresa criará um centro de desenvolvimento na Bulgária, onde contratará cerca de cem especialistas em TI. No total, a Nidec espera envolver de 3.000 a 5.000 pessoas técnicas no desenvolvimento “para se tornar um líder mundial”, como disse o CEO da empresa.

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