Os relatórios trimestrais da indústria automobilística continuam a reforçar a confiança na prolongada crise de fornecimento de semicondutores. A indústria alemã em geral se encontrou em uma situação difícil, que não existia nos últimos trinta anos.
Fonte da imagem: Reuters
O CFO da Stellantis disse esta semana que as remessas de semicondutores não devem melhorar até o final deste ano, o que levou a empresa a cortar seu programa de produção em 1,4 milhão de veículos para o ano. A BMW, que até agora conseguiu lidar com a escassez de chips com relativa facilidade, admitiu que os problemas vão piorar na segunda metade do ano e se tornarão mais agudos quanto mais tempo persistir a escassez de chips. O volume de vendas de carros desta marca alemã deve diminuir no segundo semestre do ano.
A Infineon Technologies, que fornece componentes de semicondutores para montadoras, anunciou esta semana a probabilidade de escassez remanescente durante a maior parte do ano que vem, para não mencionar 2021. De acordo com uma pesquisa realizada entre os players do mercado alemão de automóveis e componentes relacionados, 85% das empresas já estão sentindo o impacto da crise, embora em abril sua participação não ultrapassasse 65%. A crise de fornecimento de chips na indústria automobilística alemã nunca atingiu tal profundidade nos últimos trinta anos de observação. Os fabricantes franceses também não esperam aumento nas vendas nos próximos meses.
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