A decisão da Foxconn ontem de sair de uma joint venture com o conglomerado indiano Vedanta parecia ter prejudicado completamente a iniciativa de fabricação de chips do país, mas a Reuters informou hoje, citando a declaração oficial da Foxconn, que a empresa taiwanesa continuará a solicitar subsídios indianos, mas já em conjunto com outros parceiros.
Fonte da imagem: Reuters, Ann Wang
O atual programa na Índia, lembramos, prevê a alocação de até US$ 10 bilhões em subsídios aos candidatos para cobrir até metade dos custos de organização da produção de componentes semicondutores ou displays no país. A Foxconn diz que se candidatará novamente ao programa em seu próprio nome depois de se separar da Vedanta. Os sócios desta joint venture, segundo a fonte, estavam mutuamente cientes de que o projeto não estava a ser implementado muito rapidamente, existindo outras lacunas que não pareciam tão fáceis de eliminar.
A Foxconn disse que a empresa taiwanesa está trabalhando em um novo aplicativo e está “comprometida com a Índia e vê como o país está construindo com sucesso um ecossistema sustentável de fabricação de semicondutores”. De acordo com pessoas familiarizadas com o assunto, a Foxconn está em negociações com vários parceiros indianos e estrangeiros para construir internamente chips usando tecnologias de litografia maduras, incluindo componentes para veículos elétricos. Como você sabe, em meados da década, a Foxconn espera se tornar um dos maiores fabricantes contratados de veículos elétricos, para o qual está formando seu próprio ecossistema de fornecedores e fabricantes de componentes.
A decisão da Foxconn de se retirar da joint venture com a Vedanta, segundo autoridades indianas, não afetou os planos desta última, ambas as empresas ainda são consideradas valiosas para o país pelos investidores.
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