A empresa Nexperia, que teve suas atividades apreendidas, explicou por que interrompeu o fornecimento de produtos de chips semiacabados para a China.

Desde o final de setembro, um escândalo internacional envolve a empresa holandesa Nexperia, cujos produtos são atualmente muito requisitados por diversas montadoras. Representantes da sede explicam que os embarques de chips semiacabados para a China foram interrompidos devido a problemas de pagamento com a filial chinesa.

Fonte da imagem: Nexperia

A Bloomberg se comprometeu a examinar os argumentos apresentados pela sede holandesa na disputa com a empresa chinesa para seus clientes, que estão profundamente preocupados com a situação atual. A Nexperia enviou um comunicado aos clientes em nome da sede holandesa em 29 de outubro, afirmando que a administração da empresa não pode garantir a qualidade dos produtos ou sua conformidade com os requisitos técnicos se forem enviados da fábrica chinesa após 13 de outubro. A sede não pode dizer quando os envios da China serão retomados, nem pode garantir que isso acontecerá.

A empresa interrompeu o envio de wafers de silício contendo seus produtos da Europa para a China no mês passado, pois o lado chinês supostamente parou de pagar por esses produtos semiacabados. Aliás, o escritório de representação da Nexperia na China já havia declarado que a sede está, de fato, em dívida com sua subsidiária chinesa, com a dívida totalizando US$ 141 milhões.

A sede da Nexperia, no entanto, afirma que a recusa da subsidiária chinesa em pagar pela entrega de produtos parcialmente processados ​​não é o único incidente que levantou dúvidas sobre a capacidade da subsidiária chinesa de continuar fazendo negócios com a matriz. O lado chinês, fingindo ser a empresa, enviou cartas a clientes e contratados da Nexperia, alegando que as informações nelas contidas eram imprecisas. Além disso, a subsidiária chinesa da Nexperia abriu contas bancárias independentes da matriz e pressionou os clientes a pagar usando os novos dados. Essas ligações paraNesse contexto, a desobediência às ordens da sede sequer é considerada a principal fonte de irritação.

Embora a sede holandesa acolha favoravelmente a disposição das autoridades chinesas em facilitar o restabelecimento das cadeias de abastecimento, expressou a necessidade de uma formulação mais detalhada das condições e procedimentos que viabilizem o levantamento das restrições.

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