A EHang da China prometeu lançar um serviço de táxi voador com preços razoáveis ​​até o final do ano.

No final de março, a empresa chinesa EHang recebeu permissão dos reguladores chineses para transportar pessoas, o que lhe permite lançar “passeios aéreos” em duas regiões chinesas até o final deste ano, cobrando uma taxa pelo serviço. Como os representantes da EHang prometeram, o preço dos ingressos será acessível para a população em geral.

Fonte da imagem: EHang

Até o final deste ano, a EHang lançará voos de rota fixa para pontos turísticos em Guangzhou e Hefei. A aeronave elétrica EH216-S poderá levar duas pessoas a bordo, e nenhuma delas precisará participar do controle da aeronave, já que este ficará a cargo da automação. A aeronave elétrica foi projetada para um alcance de cerca de 30 quilômetros. São fornecidos sistemas de segurança que permitem que a aeronave pouse suavemente, mesmo que parte dos motores ou hélices falhem.

Como o vice-presidente da EHang, He Tianxing, explicou em uma entrevista ao Nikkei Asian Review, os preços dos ingressos, que serão distribuídos por uma rede dedicada, ainda não foram definidos. No entanto, “esse tipo de transporte é pensado para o consumidor de massa, então os preços serão direcionados ao público em geral”, como explicou um representante da empresa. Na Tailândia, a EHang vem realizando voos de teste com passageiros a bordo desde novembro de 2024. As autoridades locais estão abertas e receptivas à ideia de lançar serviços de transporte relevantes no país, por isso a EHang está dando ênfase especial ao mercado tailandês.

Embora a EHang pretenda ser a primeira empresa do mundo a transportar turistas comercialmente por meio de táxis aéreos, a concorrência nesse segmento é bastante acirrada. Por exemplo, a americana Joby Aviation planeja concluir todas as atividades de certificação necessárias até o final deste ano e começar a transportar passageiros em táxis voadores em Dubai. No Japão, algumas companhias aéreas locais estão planejando começar a transportar passageiros usando aviões elétricos Joby em alguns anos. A startup SkyDrive pretende fazer isso até 2028.

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