Cientistas da Fábrica de Antimatéria do CERN, trabalhando no projeto AEgIS, decidiram construir um sensor de imagem de 3,84 gigapixels que ajudará a observar a aniquilação de prótons — ele foi formado a partir de 60 sensores usados em smartphones modernos.
Fonte da imagem: home.cern
Um detector experimental usando sensores originalmente desenvolvidos para câmeras de smartphones foi construído por um grupo de cientistas liderado pelo professor Christoph Hugenschmidt, da Universidade Técnica de Munique. Em vez de construir um sistema desse tipo do zero, eles reutilizaram 60 sensores de 64 megapixels para formar uma matriz de 3,84 gigapixels chamada OPHANIM (Optical Photon and Antimatter Imager). Com sua ajuda, eles pretendem registrar colisões de antiprótons com a matéria e os flashes que ocorrem durante a aniquilação.
Para adaptar os sensores para uso científico, os cientistas tiveram que remover alguns dos componentes projetados para eletrônicos de smartphones, permitindo que os sensores capturassem diretamente imagens de luz associadas a eventos de aniquilação. O detector OPHANIM permitirá que os cientistas observem eventos de aniquilação em tempo real com uma resolução de cerca de 0,6 mícrons — o suficiente para distinguir novas partículas criadas durante o processo.
A importância do trabalho vai além da pesquisa sobre antimatéria. A capacidade do OPHANIM de rastrear partículas com tanta precisão pode beneficiar uma ampla gama de experimentos a um custo relativamente baixo usando equipamentos baseados em soluções de consumo existentes.
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