O Google pressionou a Samsung, e como resultado o fabricante coreano não conseguiu expandir o conjunto de funções de busca pré-instaladas em seus smartphones. O ex-chefe de uma das divisões da Samsung falou sobre isso em audiência no tribunal no âmbito do processo das autoridades americanas contra o Google.
Fonte da imagem: Mitchell Luo/unsplash.com
Patrick Chang trabalhou na Samsung Next, especializada em investir em desenvolvedores de tecnologia inovadora. Ele sugeriu que a administração da empresa ampliasse o leque de capacidades do software pré-instalado em smartphones Android, adicionando novas funções da ferramenta da Branch, projetada para busca dentro de aplicativos.
Segundo depoimento do fundador e ex-CEO da Branch Metrics, Alexander Austin, sua empresa teve que remover algumas funções do aplicativo que estava desenvolvendo a pedido do Google, que firmou acordos com fabricantes de smartphones e operadoras móveis. A Branch limitou os recursos de sua ferramenta apenas a pesquisas de aplicativos, excluindo links para recursos da web. A Samsung também enfrentou oposição de operadoras de telecomunicações, incluindo a AT&T, que vende smartphones Android, acrescentou Chan.
O Departamento de Justiça dos EUA acusa a Google de pagar aos fabricantes de smartphones cerca de 10 mil milhões de dólares por ano através de acordos de parceria para que a sua pesquisa fosse usada por defeito nos dispositivos, mantendo assim o monopólio da Google no mercado de pesquisas. Durante o interrogatório, representantes do departamento mostraram um e-mail do principal gerente da Samsung, David Eun, datado de agosto de 2020, no qual ele reclamava que “o Google está claramente comprando para si a oportunidade de suprimir os concorrentes”.
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