\nA empresa chinesa Shanghai Xingshu Tiansuan Space Technology (uma subsidiária da Junda Shares) anunciou no sábado o lançamento do primeiro lote de satélites para a constelação espacial, que eventualmente contará com 1 mil dispositivos em órbita e será usado para computação no espaço, escreve a Reuters.\n\n

\n\nFonte da imagem: Kevin Stadnyk/unsplash.com\n\nShanghai Xingshu Tiansuan disse que o lançamento marca um passo em direção à operação comercial da primeira rede de computação espacial da China como parte do projeto Star Pivot Plan anunciado na Conferência Mundial de Inteligência Artificial de 2026. Assim como a SpaceX de Elon Musk, a empresa chinesa planeja colocar poder computacional no espaço. Especificamente, eles serão usados para processar dados provenientes de naves espaciais em órbita, incluindo tarefas de IA e resultados de sensoriamento remoto, em vez de enviá-los de volta à Terra para processamento. Isto irá acelerar o processamento de informações e reduzir a carga na infraestrutura terrestre.\n\nDe acordo com o site Shanghai Xingshu Tiansuan, a Constelação Tiansuan é uma plataforma aberta para pesquisa de satélites. A previsão é que o projeto seja implementado em três etapas. A primeira etapa inclui o envio de seis satélites, a segunda – o lançamento de 24 satélites, a terceira – a expansão da constelação em mais 300 satélites.\n\nVárias outras empresas estão desenvolvendo projetos semelhantes na China. Em particular, no âmbito do projeto da empresa Beijing Zhongke Tiansuan Technology e de outro projeto Three-Body Computing Constellation, liderado pelo centro de pesquisa Zhejiang Lab, está prevista a criação de redes de computação em larga escala em órbita nos próximos anos.\n