O Google, proprietário do YouTube, chegou a um acordo extrajudicial em um processo movido por um menor não identificado que alegava danos causados pelas redes sociais. Os termos do acordo não foram divulgados.

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A mesma autora da ação também entrou com processos contra a Meta✴, o Snap e o TikTok; os julgamentos desses casos estão agendados para julho. Vários milhares de ações semelhantes estão pendentes contra o YouTube, e este é o segundo caso, que pode ser considerado um caso de teste para muitos outros que virão. “Continuamos focados em desenvolver produtos adequados à idade e controles parentais que nos ajudem a cumprir essa promessa”, afirmou o Google.
O primeiro processo foi movido por uma mulher de 20 anos, que não teve o nome divulgado, alegando que as redes sociais a prejudicaram devido aos seus recursos viciantes. Ela ganhou o caso e recebeu US$ 3 milhões da Meta✴ e do YouTube. Representantes do YouTube prometeram recorrer, afirmando que a empresa “desenvolveu de forma responsável uma plataforma de streaming, não uma rede social”.
Atualmente, existem mais de 3.300 processos relacionados ao vício em redes sociais pendentes nos tribunais estaduais da Califórnia e outros 2.600 processos movidos por indivíduos, distritos escolares, municípios e governos estaduais no tribunal federal da Califórnia. Este é apenas um estado, embora seja o maior do país; esses números ilustram a dimensão do problema para o YouTube e outras plataformas caso cada demandante receba indenizações multimilionárias. A Meta✴ e outras plataformas contestam a ideia de que seus serviços sejam viciantes.