Ken Levine, criador de BioShock e chefe do estúdio Ghost Story Games, falou sobre as vantagens dos gráficos estilizados em relação aos hiper-realistas em uma entrevista recente à IGN.

Fonte da imagem: Ghost Story Games

Segundo Levine, a tecnologia de ponta nunca o atraiu como desenvolvedor porque “é cara e rapidamente se torna obsoleta”, ao contrário dos visuais estilizados.

“Acho que BioShock ainda tem uma boa aparência porque não tentou retratar cada parafuso e porca com detalhes meticulosos. Parecia realista, mas era mais estilizado”, disse Levine.

O desenvolvedor acredita que “se você tem um bom diretor de arte e a abordagem certa, não precisa estar na vanguarda da tecnologia”. O novo projeto de Levine, o jogo de tiro não linear e focado na narrativa, Judas, demonstra isso.

A equipe de Levine passou mais de uma década trabalhando em Judas não porque estavam tentando acompanhar a tecnologia, mas porque projetaram inúmeros caminhos ramificados e se esforçaram para tornar o jogo o mais responsivo possível.

“Todo esse trabalho de desenvolvimento da história de Judas não exige muita capacidade computacional, mas é um processo muito trabalhoso para nós. Não é um problema tecnológico ou de hardware. É um problema de engenharia e de planejamento”, explicou Levin.

Judas está sendo desenvolvido para PC (Steam, EGS), PS5, Xbox Series X e S. Os jogadores, na pele de uma jovem chamada Judas, precisam escapar da enorme nave espacial Mayflower, contando com a ajuda de um dos três líderes da nave.

By admin

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *