A SpaceX explicou por que, durante o último voo de teste do foguete Starship, afundou o primeiro estágio no oceano em vez de pegá-lo com o mecanismo da plataforma de lançamento. Acontece que durante o lançamento em 20 de novembro de 2024, ocorreu uma falha na infraestrutura terrestre, e não no foguete.

Fonte da imagem: SpaceX

Descobriu-se que a torre do kit de lançamento com o mecanismo de captura perdeu contato com o centro de controle de vôo quase imediatamente após a separação da nave Starship do primeiro estágio do Super Heavy durante o sexto vôo de teste, como Elon Musk, chefe da SpaceX, escreveu na rede social X. Depois disso, foi dado o comando para mover o acelerador em direção ao Golfo do México para inundação. É possível que o palco tenha sido captado pela torre em modo autônomo, mas a empresa decidiu não arriscar.

A captura da primeira etapa do Super Heavy já ocorreu – isso aconteceu durante o quinto teste de lançamento do navio. A tentativa quase terminou em acidente, mas deu tudo certo. Além disso, a automação quase falhou, mas já a automação do palco. Após análise da situação, foi ligeiramente alterado o firmware do equipamento do primeiro estágio, que seria verificado durante o sexto vôo de teste. Mas desta vez o equipamento do complexo de lançamento falhou.

O sexto voo de teste cumpriu geralmente a sua missão – permitiu recolher dados valiosos sobre a dinâmica da descida da nave estelar a velocidades subsónicas durante a fase final do voo antes de aterrissar no Oceano Índico. Esses dados ajudarão posteriormente a organizar a captura da própria nave estelar pelo mecanismo da torre do complexo de lançamento.

É verdade que antes disso haverá pelo menos mais um sétimo lançamento de teste da Starship. Desta vez o navio será maior e com posicionamento dos flaps ligeiramente modificado. Se a nova versão do dispositivo mostrar uma queda bem-sucedida no mesmo lado da Terra de todas as vezes anteriores, então, como parte do oitavo vôo, a SpaceX poderá tentar devolver a nave estelar à plataforma de lançamento e pegá-la no ar. Espera-se que isso aconteça no início de 2025.

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